domingo, 29 de maio de 2011

Voltando para Casa

Passaram-se três dias até a minha alta do hospital Naval. Na saída um cabo veio em minha direção com uma carta na mão e muito serio.
- Soldado Jack. Em seguida ele bate continemcia.
Retribui a continemcia.
- Sim sou eu. Algum problema cabo?
- Não sei ao certo trago noticias da capital, mensagem envida pelo Almirante.
Fiquei nervoso ele me escrevendo.... Algo muito sério ocorrera em Londres.
- Deixe-me ver por favor...
Quando abro a carta eram noticias de casa nada animadoras Lisa tivera dado a luz, era um menino forte e grande como o pai, porém fora roubado no berçario, devido ao susto Lisa entrou em choque e esta catatonica desde o desparecimento. Noto a data da carta já se passará cinco meses desde o envio.
- Cabo preciso falar com o superior de plantão.
- Claro senhor, ele já esperava que queria ve-lo.
Ao sair do hospital Naval fomos em direção ao porto, andado pelas ruas desetas notei que estava em Israel, na cidade Ashdod. Ao fundo proximo a um muro que mais parecia o muro de Berlim, havia um Kibbutz enorme protegendo o que deveria ser uma fronteira. A cultura judaica é bem interesante e se pensar bem tanto Arabes e Judeus tem costumes bem proximos. A grande diferença em suas cidades é o investimento Americano o que torna as cidades Arabes menos tecnologicas. Descendo pela rua achad haam, chegamos ao porto, ao longe vejo o Tia Jaine, uma porta aviões imponente comparado aos demais navios presentes no porto. Ao lado do Tia Jaine estava o Destroier Americano Vulcano - na época não imagina o por que de tal nome - Marines estavam atreinar combate a incendio e outras manobras. O que me chamou a atenção foram os que estavam a carregar um caminhão, pois tinham trejeitos familiares e ao chegar mais perto psreciam ter pele verde e olhos penetrantes vermelhos. Centi o anel que os corvos me deram queimar, logo em seguida achei que ouvi eles falarem que mestre Krieger queria o caminhão cheio até a noite - achei que estava louco.
Subimos em direção as cabines e adentrei na cabine do capitão.
toc,toc,toc
- Pode entrar...
Adentro na sala e bato continência.
- Senhor preciso voltar urgnênte para Londres.
Mostro a carta a ele, o capitão a lê calmamente e vê quem a assina. Enquanto ele lê a carta passo a vista pela cabine e um ambiente pequeno com quadros nas paredes de grandes batalhas navais, nas prateleiras miniaturas de navios em garrafas, um porta retrato com uma foto de duas meninas e de um veleiro.
- O veleiro é do senhor?
- Humrum...
Ele se senta e pega um papel, escreve nele a ssina e carimba. Ele levanta a cabeça e me entraga a carta.
- Ai esta sua altorização para voltar a Londres. Pego a carta e a gardo no bolso.
O capitão se dirige a prateleira com um olhar saudoso e carrinhoso.
- Este é um veleiro ao qual me orgulho muito. Quando ele diz isto presto atenção ao inves de ter gaivotas na foto tem dois corvos. Dou três passos para trás e sinto novamente o anel queimar.
Volto a olhar para o capitão e vejo sair fogo de seus olhos e...

Um comentário:

  1. Depois dê uma revisada no texto, os erros estão atrapalhando um pouco. Mas que guinada na história hein? E eu imaginando que veria sangue a tirar com rodo nesta parte...

    Estranho também que o cabo tenha chamado um soldado de senhor... Só consigo imaginar que seja porque Jack é um nobre, e o cabo falou desta forma por respeito.

    ResponderExcluir