Oi, sou eu novamente.
Hoje vou relatar parte de minha adolescência. Quando eu tinha 16 anos, fui para o chalé de inverno dos Ratison nas colinas da Irlanda. Eu acabara de sair do internato na base naval de Britch, ao norte da Bretanha. No caminho para o chalé peguei Lisa e Tom que estavam em Leeds na casa da tia Anitha Bondergast, ela era uma mulher charmosa e tinha um vicio com gatos o que deixava sua casa com um cheiro terrível.
No caminho para o Aeroporto notei que algo me espreitava sobre os prédios, mais não sabia o que. O vulto tinha um tom cinza claro com raios azuis, mais é claro que na época achei que era coisa da minha imaginação. A canábis que consumira um dia antes devia estar estragada.
Lisa passou o caminho inteiro me interrogando, como o Tenente Rans fazia quando aprontávamos algumas no quartel. Nestes últimos meses passei dos limites na base, coloquei bombinhas nas privadas dos superiores, a 'bandeira' foi ateada com calcinhas das filhas do Major Coronel e a maior de todas, fui pego dando uns 'tapinhas' na sala do Tenente. Por esta ultima peguei uma semana de detenção mais afazeres nos banheiros e na cozinha.
- Fiquei sabendo que as filhas do Major são muito bonitas!!!!
- Sério sabe que nem reparei - abri um sorriso sarcástico,suspirei fundo - Lisa vc quer namorar comigo?
Tom abriu um sorriso no rosto de criança que pega o irmão com uma prima aos arredores da casa.
- Taaa naamorrranndo.....
- Herrrrr, vc me pegou desprevenida, eeuu.
O eu dela durou uma eternidade suas bochechas ficaram rosadas,
-Sim,sim...
Pulou em meu colo, me enchendo de beijos, quase perdi a direcção do Rolls-Royce que meu pai deixara de presente para minha mãe.Ela abraçou-se em meu braço e passou o resto da viagem calada suspirando fundo. Olhando para o retrovisor vi Tom batendo palmas e susurrando cantigas infantis de namorados.
Quando chegamos no aeroporto vi mais uma vez o vulto, me afastei deles correndo em direcção de um canteiro de obras.
- Jack!, gritou Lisa assustada com minha reação.
- Oi é que eu vi algo, tudo bem deixa para lá, vamos ter a maior ferias de nossas vidas, uuuuuhooooooooo.Voltei a me dirigir em direção ao carro.
-Tom pegue sua mala e bote no carrinho. Lisa tinha um carinho muito grande com o irmão. Mesmo com a deficiência ele o tratara como igual, pois havia algo que Tom não sabia ainda e muito menos eu na época.
Juntamos tudo e partimos para o saguão do aeroporto,durante o percurso Lisa quis mostrar para todos que estávamos juntos.Perto do balcão de embarque encontramos os irmãos Wessex, Caio e Thiago, estavam ambos acompanhados de suas respectivas namoradas (se não por dizer cachorrinhas de NY). Thalia e Amanda são a representação na nata Americana um sonho que deu certo, pelo menos para os pais delas.
- Jack de namorada nova ou a velha escoria resolveu botar as garras e ludibriar a corte inglesa. O ar arrogante de Caio me fez estalar todos os dedos sem quase mexe-los. Lisa ficou bastante nervosa e me puxou para não partir a cara dele em dois.
- Vamos, vem Tom, temos que fazer o che...
- Caio,Caio,Caio (larguei do braço de Lisa e fui na direção dos Wessex com um sorriso irônico no rosto) vc sabe que eu e Lisa sempre fomos próximos e que os pai dela tornou-se recentemente Major, se não me engano o maior cargo que seu pai chegou a ocupar foi de servo do GENERAL WINDSOR. Meu urro fez parar boa parte das pessoas que passavam perto do Guiché 11. Caio se inflamou e partiu para cima de mim como um podoll desamparado. No fervor da contenda peguei um pouco de maconha que sobrará da noite em que fiquei chapado na sala do Tenente e coloquei em seu bolso.
Guardas vieram nos separar nos colocaram no chão comas mãos nas costas,os Wessex bradavam perguntando ao policial se ele sabia quem eles eram para ser tratados daquele jeito. O guarda encontrou o meu presente em seu bolso e os levaram para uma sala especial.
- Desculpe-nos senhor vc esta liberado, mais nada de arruaça, vá Sr. Lancaster. Meu sobrenome sempre abrira portas com a policia devido ao meu avo ter sido delegado da Scotlandard.
Enquanto me afastava da confusão, batendo em minha roupa para retirar a sujeira wessex, Lisa se aproximou com Tom.
- Vcc essstaa bemmm?
-Sim Tom, obrigado. Segurei na cintura de Lisa e embarcamos no avião.
Lisa sentou a minha esquerda e Tom na direita no corredor. Trocamos acanhadas caricias. O avião que estávamos era o mais novo modelo AerFrance, um concorde com uma primeira classe de dar inveja a qualquer cruzeiro marítimo. A aeromoça explicara o que fazer em caso de emergência, no fim de tudo fui anunciado como convidado especial do voo e que podia ir a cabine do piloto. Achei muito estranho tal convite sempre pegara voos e nunca fui uma celebridade ou alo do tipo.
A aeronave começou a fazer seu taxiamento na pista o alerta de ficar com os cintos apertados estava do vermelho. O chão treme e começamos a nos mover lentamente. Nesta ocasião Lisa aperta bem forte minha mão, Tom um pouco mais assustado quase quebrou minha mão, ele possuirá uma força incrível.
Quando o sinal verde apareceu no painel perto do corredor para soltar os cintos, eles soltaram minha mão e curtimos uma Londres minúscula cheia de 'formigas'. Rimos do que víamos e de como Tom os descrevera.
- Atenção senhoras e senhores daremos inicio ao nosso Brefast de bordo, a todos uma otima viagem.
- Lisa vou ao banheiro e irei ao salão bar.
- Certo!! estarei lá em questão de minutos.
- Onnde é o bbanheiro Jacck.
- Venha comigo Tom, chau, a beijei como se não houvera amanhã.
No caminho para o bar encontrei um Tenente da Aeronáutica, um homem alto 1,90m mais ou menos, cabelos loiros, olhos azuis com veias em cor trovão, ao olhar mais atento veria que o amarelo trovão se irradiava em sua íris. Ao lado do pé dele se encontrava uma maleta prateada e ele segurava um envelope escrito 'TOP SECRET', no maior estilo Bond. Pedi um drinque.
- Moça não se esqueça que deve ser sem álcool para o rapaz. Falou o tenente.
- Já tenho idade para beber. Retruquei-o rapidamente. - Cabo Jack Lancaster, Tenente...
- Tenente Tostão, copiloto para ser mais exato, gostando do vôo?
- Sim, o piloto deixou eu ir para a cabine dele vou aproveitar a ocasião.
- Sr. Lancaster vim neste vôo especialmente lhe ver sou o copiloto do vôo e pedi para dizerem isto, pois tenho noticias do fronte para o Sr.
Quando o Tenente T. acabou de dizer isto, as minhas pernas ficaram bambas, este era o código da escola para missões oficiais externas uma honraria para um mero novato.
Assenti com a cabeça dizendo que entendera o recado. Ele me entregou um envelope e a pasta.
- O envelope explicará tudo, a pasta é tudo que vc precisará. Terras 24 horas a partir de agora (14h 30min) para completa-lá. Lhe encontrarei no Cabo Ifmmor. Boa sorte.
- Obrigado, bebi uma Coke meio a 'seco'.
Apertei a mão dele e fui ao toalhete do banheiro ler o que me aguardara. No envelope tinha instruções para libertar um grupo de prisioneiros numa colina perto do Chalé que estávamos a ir. Eu possuía o mapa esquemático do local e o numero exato de prisioneiros. Na maleta tinha uma faca e uma 9 mm. Guardei tudo e sai, vi Lisa e Tom comendo e bebendo no bar, acenei para eles e fui até a minha poltrona colocar a mala no bagageiro. Voltei ao bar e conversamos até o sinal de colocar os cintos foi acionado.
- Estamos chegando, coloquem os cintos pousaremos em 5 minutos.
O cantar das horas passou a ser marcante na minha mente. Pousamos, pegamos nossas malas e partimos em direção ao Chalé. A viagem levaria em torno de 2 horas, pisei fundo.
- Jack algum problema??
- O que foi não estas gostando da vista?
- Vccc taa innddo rápido demaissss.
- Tom Lisa, tenho que confessar... Fiquei vermelho engoli a seco. - Estou com uma baita dor de barriga tenho que ir ao banheiro com urgência.
Ambos caíram na risada, os risos deles os relaxaram enquanto eu pisava fundo na aubus.Chegamos num cruzamento, a esquerda tinha um posto com uma loja de conveniência, paramos, olhei as horas já era 18h. Entrei no banheiro para disfarçar, Lisa e Tom entraram na lojinha. Depois de uns 5 minutos entrei na loja, peguei um filme de 36 poses e paguei com o cartão pus-master que me mãe me dera para viagem. Tanque cheio e as crianças com guloseimas era hora de focar na missão.
Quando chegamos no Chalé, comecei a observar ao entorno dele, na ala esquerda havia um jardim que no fim dava a uma pequena floresta que subira ao pé de uma colina, a direita tinha uma estrada de barro batido que dava num Alpes onde os Turistas iam esquiar e aproveitar as termas, um ótimo local para podermos namorar, porém seria difícil coma a missão e Tom a tira colo. Eu gosto muito dele mais é uma vela e tanto as vezes me pergunto o pq dele sempre estar ao nosso lado.
Caira a noite, nesta época do ano a noite inicia-se entre as 21 e 22h, namoramos um pouco as horas não passara tão rápido desde que fiquei com uma das filhas do Major no quartel. Me despedi de Lisa e fui em direção ao quarto não tinha muito tempo, peguei os mapas, a maleta e minha câmera fotográfica que minha mãe me dera no natal passado tinha um zumm profissional, esperava que me ajudasse em algo. Tom já estava dormindo desde que chegamos, estava muito cansado de comer doces acho. Abri de leve a janela a luz da lua adentrou no quarto e pegou o pé de Tom, nunca tinha visto um pé tão grande e barrento parecia o pé descrito de um troll montanhês nos livros de J.R.R. Tolkien, os li neste ultimo semestre na cadeira de literatura excelentes livros. Estávamos no Terceiro andar teria que pular pela canaleta de chuva. Me apoiei nos frisos e saltei para um beiral a baixo, na queda fiquei pendurado por uma única mão na varanda do segundo andar onde tinha um casal 'esquentando a cama'. Desta altura dava para saltar, cai em uns arbustos e fui em direção a floresta no inicio do caminho vi dois olhos vermelhos me encarando, um vulto passa rapidamente nas minhas costas. Novamente o arrepio na espinha me consome. Um uivo estridente vindo dos Alpes me acalmaram não sei o pq.
Adentrei na floresta e subi a colina a cada três árvores dava um zuumm na câmera tentando ver mais a frente a única coisa que dava para ver era sombras de anões subindo o morro os segui de longe quando vi uma clareira com uma fogueira no meio e luzes adentrando numa caverna. Dei um zzumm com a câmera e vi que os anões (que mais pareciam duendes) eram mineiros e estavam sendo chicoteados por um cara alto e estupidamente forte. Os anões quando apanhavam diziam:
- Sim senhor Hermann.
Ao lado esquerdo de Hermann havia um caixote com armas dentro, mais não eram armas quaisquer eram em ouro, bronze e prata com adornos vickins. Abri a maleta peguei a 9 mm e coloquei o cinto com o suporte para a faca e a arma.Olhei o mapa me certificando que era ali o local vi a latitude e longitude, graças aos Deuses que nas aulas que tive de observação astronômica, aprendi a tirar as coordenadas das estrelas, tive sorte do céu esta bem estrelado e limpo esta noite. Este era o local e os pobres prisioneiros eram os anões, coisa rara de se ver hj em dia era anões em grupos grandes.Mais este anões eram estranhos o tom de sua pele era acinzentada.
Com a arma em punho desci a colina e sempre observando o Hermann, quando a luz da lua o tocara ele mudou de forma ficou com 7,5 m de altura e uns 3,5m de largura sua pele virara pedra e o seu chicote estava em brasas. Cocei os olhos não acreditava no que via era um Golem de pedra como nos livros, a primeira vista, com certeza isto era coisa da turma de engenharia do quartel ficara muito bom, difícil seria derrubar o robô e salvar os anões sem machuca-los no caminho. No alto da colina do outro lado os olhos vermelhos me encaravam. Ao meu lado apareceu uma matilha de lobos prontas para atacar o robô. Um dos lobos olhou para mim como se me conhecesse desde criança, ele era muito maior que os outros lobos parecia que tinha sido cruzado com um dog alemão ou algo maior. Ele assentiu um sinal como se estivesse pronto para atacar. Na minha direita dois corvos pousaram nas árvores graniram e observaram o que ia acontecer. Os corvos pareciam que estavam a esperar por uma briga e muita carne para comerem.
Não sei como mais fiz sinal para um dos lobos eles começaram o ataque distraindo o robô para longe dos anões. Os lobos pularam nas costas do robô e travaram uma batalha de pula derruba e pula e derruba. Um deles mordeu o braço com o chicote de fogo e quando o chicote bateu em um deles causou uma ferida muito feia. Um uivo saio do alto da colina observando direito vi que era um LOBO muito robusto com pelo negro e saia fogo de sua boca, tão descrição me fez lembrar da historia do fenrir que matara Odin. Após o uivo 6 lobos negros com olhos em chamas partiram para ajudar o golem. Enquanto isto eu gritava:
- Venham por aqui.
Enquanto os anões desciam o morro me pus a frente deles para protege-los do robô.Como os lobos ficaram atarefados ele veio em minha direção com tudo, os poucos lobos que ainda o atacava não deram conta foram todos arremessados aos ares.
O seu primeiro golpe com o chicote pegou na minha perna era fogo de verdade, o corte parecia que ia dilacerar minha perna, gritei um urro de dor. Com um puxão ele me jogou na parede e cai a uns 6m dele. Ainda meio atordoado e com a arma no meio do caminho, o vi chicotear meu dorso no terceiro golpe pulei o chicote e em diração a arma. Quando a peguei fiz mira e descarreguei o pente no peito do Robô ele deu seis passos para traz e começou a cair. Um dos lobos pulou o robô e ficou a rosnar para mim. Soltei o pente e peguei o segundo ele já havia saltado pronto para pegar minha jugular engatilhei e atirei a bala pegou bem na cabeça dele, mais não evitou o impacto que nos jogou uns 2m para traz. Nisto vi que uma anão estava nas costas dele e seria esmagado, a contagem na missão era exata não podia ter perdas, apesar do fogo ter queimado minhas pernas parecia que não haverá sofrido nenhum dano muito serio, corri como um louco saltei entre as pernas do robô e peguei o anão ainda a tempo. O empurrei para fora e parte do robô caio em cima de mim e se desfez em uma névoa estranha os anões gritavam e comemoravam. Quando os ânimos se acalmaram eles me deram uma caixa de dinamites esverdeadas pareciam mais radioativas e as colocamos junto das outras caixas no buraco e as explodimos. Neste ato só pensara em como tanto ouro fora desviado para esta construção snobe.
- O sábio herói como se chamas?
- Eu herói que nada, pode sair gente, completei a missão com louvor, vamos lá Tenente pode sair.
No topo da montanha um Lobo Infernal me olhava ele tinha olhos vermelhos sangue, Ele soltou um uivo infernal e sumiu como aparecera.
- Senhor não ligue,fez uma cara de desdenho, era uma cria de Loki e Hel, tctctctck, vosso pai terá muito orgulho de ti.
- Vc conhece o Almirante?
Os anões me olharam com um ar de desanimo e desaprovação.
- O senhor não sabe quem é seu pai?
- Os corvos graniram alto que doeu meu ouvido.
Os anões se silenciaram como se eles o tivessem dado uma ordem. Um dos anões chegou perto e tirou de uma mochila 3 livros e um numero de telefone.
- O que vc precisar meu filho podes pedir seremos eternamente gratos e Volund tb.
- Quem?? - Terei que leva-los ao Tenente numa praia próxima daqui tudo bem?
Eles não entenderam direito, mais me seguiram. No caminho percebi que os lobos tinham ido embora, fiquei triste por não poder ajudar o que se ferira. Um dos anões o mais alto 1,05m eu acho, me perguntou qual minha idade e se vira meu pai com freqüência,
- Não o Almirante deixou minha mãe quando eu era bebê diz ela que ele ainda esperou eu completar 1 ano e partiu.
- Não se preocupe meu jovem vc o vera o mais cedo do que imagina.
Olhei o céu já era manhã, o sol estava alto, devido as noites serem muito longas no inverno irlandês presumi que já deviam ser umas 9 ou 10h.
- Chegamos tem uma praia logo ali, vamos!!!!
Corremos em direção a pria e meio que acampamos por 1 ou 2 horas.
- Filho pegue. Ele havia aberto uma mochila e tirado três livros os, eles estavam escrito em uma língua que nunca vira antes algo muito parecido com o elfico dos livros de Tocken.
- Obrigado! Qual a língua dos livros?
- Se chama Navidar a fala dos Deuses vc a entendera logo.
Os corvos reapareceram num galho e graniram todos pareciam entender os corvos. Ao fundo apareceu um helicoptero com os símbolos da marinha. Pulou para o chão com uma corda um Tenente T. com uma caixa embrulhada para presente. Andou em nossa direção, bati continência,
- Missão cumprida Sr.
- Eis o premio da missão cabo!!!
Os anões abriram um sorriso e andaram em direção a aeronave, peguei a caixa , segurei-a com força e bati continência me despedindo. Com um olhar mais atento pareceu que o Tenente T. saltara para o helicóptero em pleno ar com um martelo na mão. Acenaram dando adeus e partiram.
Segui em direção ao chale não estava cansado e queria me divertir um pouco agora.
Quando saio da mata vi Lisa tomando banho nas termas com um biquine, é hj que saio do zero a zero .
- Oi Lisa, Tom
- Onde vc estava?
- Fui correr um pouco e chegou uma caixa do quartel para mim vou trocar de roupa e desso.
A beijei e fui para o quarto. Ao chegar no quarto abri o presente, dentro tinha um cartão e um anel, o anel é em ouro com adornos em preta e uma pedra meio azul e meio vermelha com escritas rúnicas dentro dele. Na carta tinha:
Filho, parabéns pela sua
primeira missão
o anel que estou a lhe enviar
foi da minha formatura na marinha
espero que o use-o a partir de agora
Abraços
Almirante O.
Quando acabei de ler a carta estava chorando, coloquei o anel do dedo e algo estranho aconteceu eu fiquei tonto meu corpo fervia, o som tinha novos ruídos ou algo do tipo
fiquei desnorteado. Neste momento adentrou no quarto pela janela um corvo ele olhou para mim e disse:
- Seja bem vindo!!
Achei que tava ficando doido e desmaiei. Quando acordei vi Lisa preparando um chá e trazendo-o até a cama.
- O que foi que aconteceu?
- Vc teve uma queda de pressão, vai ficar bom logo.
Tom estava na outra cama e falou baixinho, - Vcccc teve muita sorte, tome mais cuidado.
Achei estranho Tom sempre gaguejava para falar. Olhei para bela Lisa e nos beijamos.
O resto do fim de semana foi muito bom , namoramos muito curtimos as termas e andamos de esqui. No vôo para Londres fui chamado a cabine do piloto e o Major pediu para me dirigir o mais breve possível para o quartel. Voltei ao acento e convercei com Lisa explicando que não poderíamos passar a semana juntos como combinavamos, tinha que ir ao quartel, ele ficou desapontada mais aceitou.Quando chegamos em Londres peguei o carro de mamãe e fui a Rua Brompton Road, comprar uma aliança para Lisa queria pedi-la em noivado o mais rápido possivel já que poderia ir a guerra . Ela escolheu um anel de brilhantes lindos que exaltava ainda mais sua beleza. A deixei em casa.
- Estarei lhe esperando
- Não vejo a hora de lhe ter como esposa.
- TE AMO!!!, fiquei gélido, minha cara ficou rosada coração disparou.
- TB TE AMO, e nos beijamos, se soubesse que eu iria passar três anos no Golfo eu teria caso antes com ela, mais o destino se mostrou cruel, já que para os filhos dos grandes DEUSES ichor maltrata mais.
- Xau
- Xau
Parti em direção ao quartel.
Fim do ato II
Agradecimentos : gostaria de agradecer a Angelo e Lucas pelo incentivo a continuar a escrever a história, estou preparando o ato III e vem mais explicações sobre Jack e seu destino fatal.