sábado, 2 de outubro de 2010

La Guerra parte II

Quando realmente acordo eu estou cheio de queimaduras de segundo grau pelo corpo e varias escoriações. Percebo que estou amarado em x, ao olhar para os meus pés, estou num tanque de água até os tornozelos. Tenho um fio conectado nas minhas partes inferiores (sexuais) e outro no peito. Pequenos pedaços de fio de cobre estão cravados em baixo das unhas.
A sala é escura com cheiro de musgo e podridão, acho que me encontro num dos túneis de acesso a cidade. Na pouca luz que tenho consigo ver, mesmo tonto, acho que foi o que influenciou ver coisas tão estranhas.
Vejo dois homens gigantescos com roupas do exercito russo, um lobo estupidamente (3.4 m) grande e um homem de bengala. O homem de bengala estava a usar roupas típicas da região, sua bengala tina o cabo em forma de um logo e toda trabalhada em ferro e ouro. O lobo falava com os 'grandões' em uma língua nunca ouvida antes (bem, acho que enlouqueci, animais não falam). Eles pereciam estar discutindo algo, porque um dos grandões começou a bater no outro e o 'aleijado' interferiu de forma fantástica. Ele deu uma pesada no chão que fez os dois caírem.
- Como esta o filho do cegueta - fala o homem de bengala.
- Esta melhor dos danos causados pela explosão podemos começar a interrogá-lo – não se fala ou rosna o lobo.
Eles adentram na sala e colocam uma luz forte no meu rosto me encandeando.
Escuto um motor ser ligado e passos em minha direção. Um dos soldados russos começa o interrogatório.
- Qual o plano de entrada e quantos meios-sangues estão com vc's.
-
Não sei o que vc esta falando e mesmo que soubesse não diria nada, sua escorria. Cuspo na cara dele.
Em seguida escuto um zumbido, uma dor intensa percorre o meu corpo. Desmaio até que uma água gelada cai sobre mim e escuto:
- Quanto mais vc negar ou tentar ludibriar este interrogatório pior ficará para ti, o árabe bate a bengala na parede, de imediato viro o rosto na direção do som e noto que a parede é oca.
- Vc fede crria bastarrda, seu pai é muito burrro não lhe rreconhecer logo cedo, fazendo meu trrabalho ficarr mais fácil. Vou engoli-lo numa só morrdida. O bafo do lobo me deixa nauseado, e caio na água.
- Ligue a chave
Novamente um zunido e uma dor profunda.
Caso vc's que estão a ler se perguntem como não morri já que estava na água, bem sou filho do grande ODIN e ele devia esta me abençoando, já que meus bagos e peito estavam sendo fritos. Gente isto doí pacas, aos que estão lendo e foram presos pelo exercito na ditadura no Brasil o pau de arara é comparável, caso eles inventassem de jogar golfe com suas bolas.
Este interrogatório durou semanas, mais não falei nada. Até que o lobo me mordeu e eu senti uma dor tão profunda que parecia estilhaçar minha alma. Eles me levaram para uma cela, meu braço estava negro, devido à necrose que se alastrava por todo o corpo. A febre parecia que nunca iria acabar.
Durante duas semanas, contadas devido a uma fenda na parede que deixava entrar um pouco de luz do sol, a febre ainda não passara, porém melhorara muito. Numa noite de lua cheia, um uivo rasgou a noite e dois corvos pousaram nas grades da cela. Um deles tinha um anel no bico e o deixou cair.

O anel tilintou no chão, fiquei a olhar para os corvos incredulo imaginando se isto era realmente possivel. Derepente eles começaram a gralhar sem parar não sabia o que fazer para eles "fecharem o bico", até que um deles pousou no chão e empurrou o anel. Peguei o anel, possuia uma pedra branca com um simbolo no meio, coloquei-o no dedo.

- vamos garoto acorde, levante seu destino não acaba aqui, MIDIGARD precisa de vc. Naõ acreditei quando ouvi os corvos a falar comigo.

Um deles o mais alto e forte (provavelmente o mais velho) voou até a freta e bicou-a incesantemente até que um brilho forte adentrou na sala e seguida veio um estrondo, as paredes cairam em chamas e um Lobo branco estava a me encarar.

- vamos filhote temos que acabar com as crias malditas. O também sabia falar fiquei confuso, mais decidir ir com os animais eles me tiraram da prisão e me encamaram a uma equipe de busca que estava a minha procura.

Ao avistar os soldados a vista ficou turva e a terra começou a girar.




quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

La Guerra parte I

As duas primeiras semanas pareciam os Verões no navio escola, continuávamos a estudar como se ainda estivéssemos em Londres. Nos andares III e VI ficavam as salas de aula e de treino, tínhamos duas academias de tiro e uma para artes marciais, ambas de tamanho 'tradicional' as salas de aula eram em auditórios já que havia muitos homens afim de ter seu diploma em engenharia, química e biologia.
Numa tarde algumas semanas depois da partida enquanto cruzávamos o Mar Mediterrâneo , recebi uma ligação de Lisa.
- Jack, comparecer a torre de comando....O anuncio foi pronunciado 3 vezes. Corri para a cabine e atendi o telefone, a chamada era continental, vinha de Londres.
- Alô, fiquei assustado com o anuncio. Será que acontecera algo em casa?
- Seu eu meu amor, tenho uma noticia para lhe dar, estou gravida... Um silencio tomou conta do tempo e espaço por 2 minutos até que após saltos e murros de alegria.
- Que otimo meu amor pena que estou aqui, TE AMO, TE AMOOOOOOO...... Beijos foram lansados como seu eu a tivesse no colo. A aceleração cardiaca era tão inteça que chegei a ficar tonto. Gritei aos quatro ventos que ia ser pai, o Almirate me abraçou e me lavantou no abraço.
A festa no navio começara tivemos passe livre para fazer um 'chá' de comemoração pela minha paternidade.
A noite a festa rolou sob o som de 1. Too Close, Next 2. The Boy Is Mine, Brandy and Monica 3. You're Still the One, Shania Twain 4. Truly Madly Deeply, Savage Garden 5. How Do I Live, LeAnn Rimes 6. Together Again, Janet 7. All My Life, K-Ci and JoJo 8. Nice & Slow, Usher 9. I Don't Want to Wait, Paula Cole 10. How's It Going to Be, Third Eye Blind 11. No, No, No, Destiny's Child 12. My Heart Will Go On, Celine Dion 13. Been Around the World, Puff Daddy and The Family 14. Adia, Sarah McLachlan As mais tocadas na noite....
A ressaca na manhã seguinte foi grande mais os afazeres não paravam, tivemos que limpar togo o convés e demais deck's que entraram na festa.

Duas semanas após as ótimas noticias chegamos à entrada do que outrora fora à entrada do Egito sob os pés do grande colosso e a grande biblioteca de Alexandria. Fico a imaginar como seria se a grande biblioteca ainda existisse junto com o grande colosso. Já que estávamos a ir ao Iraque, veio-me a sensação de como seria o passear com minha amada sob a grama do grande jardim da babilônia.

Paramos no Cairo para nos juntarmos aos EUA. Eles chegaram no porta aviões Tia Jaine, a frota que nos esperava era composta por F-16, Falcons, Niptanc, Osório (os mais voluptuosos tanques que já vira, vinham do Brasil). TJ tinha 3 andares a mais que o nosso, a sua polpa era cheia de adesivos e desenhos de guerra, também pintaram e colocaram nomes nas bombas dos aviões e helicópteros. Na mesma tarde conheci alguem que não esqueceria tão cedo Angelina Callegan, Tenente das operações espéciais, quando a vi entrar na cabine a vi como num filme em camera lenta. Loira de olhos cinza, pele morena clara, seios voluptuosos, pernas bem torneadas e um bumbum alá Brasileiras. Após o transe me dirigi a minha cabine para escrever uma acarta para Lisa. Nela declarei meu amor, mais a visão de Angelina neblinava minhas poesias não sabia o que estava a ocorrer comigo. Eu estara a esperar um filho da mulher da minha vida, o que esta mulher representava para mim?

Começaram os treinos, dois dias depois, eles pareciam mais intensos uma vez que a invasão do Golfo era iminente. Fiquei a treinar com a equipe alpha, cujo a lider era Angelina. Ela me encinou alguns truques para invasão discreta e outros ela tentou. Não dá para encinar tudo a raposa sabatinada.Os egípcios mostraram-se excelentes na arte da invasão. A minha equipe era composta por quatro pessoas: Raf, (artilahria) Angelina (capitã), Douglas (médico e piloto), Pau (demolição) e eu (Camper).

Na noite que faltaria seis meses para meu filho nascer, o comandante chamou todos para uma reunião que definiria como iríamos invadir Kifri. Esta cidade fica cerca de 78 km de Bagdad. Kifri é uma das cidade construída sobre as rochas, cercada por uma cadeia rochosa onde achava-se que existia armas biológicas lá. Seis horas após a reunião, pulamos de um B-57 para tomar Kifri. No local onde deveríamos cair , residira um general das tropas de elite do Iraque.

Estávamos a 103.000 pés quando a luz ficou vermelha. Começou os pulos fui o 8 a pular, durante a queda o capitão Michel dava as coordenadas de pouso das 4 equipes. Ao chegar próximo do ponto de puxar a corda acionamos os óculos de visão noturna. O pouso ocorreu na hora certa, porem no local errado.

- Corram...

Tiros e bombas ressoavam para todos os lados, era um inferno de balas e lança granada. Só consegui proteção quando matei dois camper’s que estavam atrás de um tubo de esgoto a minha esquerda a uns 8 m. Ao chegar num ponto seguro pude analisar melhor o campo. A área ao meu redor continha o prédio principal, duas torres de vigília e muitos escombros ao seu redor (material de construção, mais especificamente tuneis). A minha distância ao prédio principal era de 32m. Quando comecei a correr a sensação foi de silêncio total, raios de fogo passavam ao meu lado, ocorreram varias explosões atrás de mim durante a corrida até que pisei em uma armadilha. A ultima coisa que vi, eu acho que era ilusão, foi uma criatura feita de gelo com uns 4,7 m de altura.

Após, não sei quanto tempo, escutei:

- Ele está quase recuperado para ser interrogado, dê-lhe mais néctar. Esta voz vinha do fundo da sala a minha esquerda, ainda não conseguia abrir os olhos.

Voltei a cair no sono.


segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Casorio!!!

Ao pegar a Avenida Oxford Street indo para o bairro de Paddington, notei uma sombra nos peitoris dos casarões do século 15, a sombra se movera com uma velocidade incrível, tentei acompanha-la. No cruzamento da INN Road com a Clerkenwell Road, parei no sinal e vi os olhos vermelhos no Beco da Loja de Carmefin’s (uma loja de doces tradicional de Londres foi aberta no ano 1415 e funciona até hj, não com o mesmo dono é claro, ou teríamos que averiguar o pq um 'imortal' venderia doces até os dias atuais). Os encarei até ouvir uma buzina me alertando que o sinal havia aberto, passei as mãos no rosto respirei fundo e fui ao encontro de Lisa, pegando a Fleet Street. Parei o carro perto de um parque infantil e fui até o fleet que Lisa estava, ela estava a morar com a sua tia para ficar mais próxima do quartel e nos vermos com mais frequência. Apesar de estarmos namorando a menos de uma semana nossa proximidade vem desde sempre. Toco a campainha o meu coração dispara não sei ao certo o que fazer ou dizer, ouço paços a porta abre, é a tia de Lisa a Sra. Margareth.
- Boa tarde, Lisa esta?
- Vou chamá-la, entre, por favor.
- Obrigado!
- Sentisse um momento, sim!

Ela adentrou na casa, a casa era simples dois andares, na parte inferior era a sala (com um sofá, um som e um míni bar), cozinha e um banheiro. No primeiro andar os quartos e mais um banheiro. A sala tinha uma decoração simples bem casual, um sofá de três lugares uma escrivaninha de uma pessoa para estudos, um mini bar e um tapete de veludo no centro, duas janelas frontais com cortinas.

- Jack!! Algum problema. Lisa falara enquanto descia a escada. Ela estava usando um vestido rendado de cor amarelada, parecia um raio de luz na minha vida. Meu coração batia cada vez mais forte à medida que ela descia a escada.
- Oi, meu bem! Dei um beijo e a segurei forte, ela meio que se assustou com a pegada.
- Tudo bem?
- É que eu tenho boas e mas noticias.
- Minha mãe esta organizando uma festa de noivado para nós hj à noite, e fui convocado para o Golfo, parto em dois dias.

Lisa segurou minha mão, olhou para mim por alguns segundos, que mais pareciam minutos e me beijou, um beijo profundo e intenso, ao ponto de me deixar excitado. As lágrimas caiam de seus olhos eu tentava enxuga-los, mais não adiantava. A abracei, e lhe contei como seria lá no Golfo e o que iria fazer, mais quanto mais tentava amenizar e dizer que não estaria em risco, mais parecia que seria morto em guerra. Esperei ela se acalmar e fomos até uma loja da Victória Screts comprar um vestido para ela usar mais tarde e ela ver o terno que eu usaria a noite. Durante as compras tentei explicar para ela que estaria o mais breve possível em casa. As palavras não surtiram efeito, sentamos numa praça perto do Pártenon das vitimas do Holocausto. Turistas passavam a todo momento tirando fotos das amostras de arte que se espalhavam pelo parque até o Pártenon. Segurei sua mão, e disse:

- Sei que lhe preocupa a minha ida para a guerra, por isto a lhe pedi em casamento.
- Entendo que para sua carreira esta é uma grande oportunidade, mais tenho medo de perde-lo.
Quando ela terminou a frase passou um rapaz escutando Beatles no seu rádio. Uma lágrima desceu no meu rosto. Nos abraçamos e curtimos o momento. A olhei no fundo dos olhos,

- Quer casar comigo hj?
- Sim,simmmmmmm, me beijou com euforia.

Saímos do parque e a deixei em casa. Fui até o Hotel Hilton ver como andava a festa que mãe preparava. Lhe contei que iríamos nos casar esta noite e que teria que pedir para o Padre Frederic vir e trazer Tom para a cerimonia. Ela fez as ligações, e eu fui falar com Renam para ver se ele aceitava ser meu padrinho de ultima hora. Fui para rua ligar para ele de uma cabine telefônica, ele havia saído do quartel como esperava, então liguei para a casa dele,

- Alô, Renam esta?
- Sim, vou chama-lo... quem deseja?
- JAck, alguns minutos de pois.
- Fala garoto,
- Aceitas ser meu padrinho de casamento hj as 20h no Hilton?
- CAAAAAAAARRRRRRRAAAAAAAAA, claro que sim, vc esta de carro nê?
- sim
- Me paga as 19h, temos que comemorar antes, já que não terás despedida de solteiro
- Não cara fica para depois,kkkkkkk.
- Ok, bonitão mais vc fica me devendo uma festança
- Combinado ela começa salvando a pele dos ianques,ihhhhhaaa.
- até.

Voltei para o Hilton e novamente a sensação de perseguição, olho para trás, a rua(A rua possui uma rede de prédios de cada lado com pequenos becos a cada dois prédios conjugados, nestes becos continham as latas de lixo e as escadas de incêndio. Os postes da rua lembram a época de lamparina e a cada dois postes três árvores foram plantadas para arborização, a rua é em calçada de tijolos vermelhos formando os emblemas dos grandes hotéis da rua)estava tranqüila com poucas pessoas andando por ela. Em uma árvore perto da entrada do hotel que mais lembra a entrada do Pártenon grego vi um corvo a me encarar.
Parabéns pelo casório seu pai esta feliz por ti
- Quem esta falando? Olho para os lados e não vejo ninguém. Volto para o salão de festas. O salão possui uma pista de dança de 50mx12m ao redor da pista esta locada as mesas, na frente possui um palco para shows e celebrações.
As horas passam vou buscar Renam, no caminho passei na casa da tia de Lisa para saber se estava tudo certo. Tudo corria as maravilhas Tom chegara com o Frederick e os convidados estavam chegando. Minha mãe organizará uma festa e tanto, a ornamentação e os músicos deixa o casamento da Lady Diana pequeno, ela convidou as duas famílias por inteiro mais 500 convidados da corte. Desde ministros a chefes de estado, lordes, duques e condes, todos vieram ver mais um casamento entre um nobre e uma plebéia.
O grande momento chega Lisa adentra o salão todos ficam em pé inclusive tia Elizabeth II, a marcha nupcial toca o meu coração vem a boca. A cada paço que Lisa da pensamentos obscuros sobre o Golfo passava na minha cabeça, como se fosse lampejo do que estava por vir. Tentei focar na linda mulher que chegara no altar, trazida por Tom. Frederick da inicio a cerimonia falando que mesmo crianças tem maturidade para atos tão divinos. Eu e Lisa neste dia ainda tínhamos 16 anos, ela ia completar 17 daqui a duas semana e eu a 2 meses. Após as brincadeiras do padre não consegui tirar os olhos dos olhos de Lisa, a cerimonia chega ao ápice no momento do eu aceito e fico tão estasiado que não ouvi o padre falar. Declaramos nosso amor ao mundo. Após os votos fomos ao centro da pista e dançamos. Os padrinhos fizeram seus discursos e logo após fomos para o quarto enquanto a festa adentrava a noite.
No elevador a coloquei no colo para adentramos no quarto. Ao nosso lado havia um senhor com barbas brancas bem alto e forte não aparentava a idade que tinha.
- Vc's são os noivos do salão?
- Sim somos,falamos juntos
- Parabéns!!!
- Obrigado!juntos novamente
- TEnham uma ótima lua de mel
Ele desce no 12 andar ainda faltava dois andares para o quarto e o elevador era nosso. Começamos a nos beijar e o clima foi esquentando até que chegamos. Ela abriu a porta do quarto e fomos direto para cama. Foi a noite mais gostosa que tive em toda a vida. Fizemos amor umas três quarto vezes...
Na manhã seguinte fomos almoçar com tia Elizabeth II em Buckingham

, os convidados da ocasião eram padre Frederick, tia Elizabeth(claro), tio Filepe e Tom. Ao chegar adentramos pelo roll principal, a grande escadaria um corredor de 7,5 m de altura com piso em granito estrelado, com entalhes romanos nas pontas de cada bloco. As paredes do corredor possui quadros dos reis desde o seculo 14 D.C., abaixo e ao redor por toda a extensão das paredes entalhes romanos e neo-clássicos figuram como adornos e uma segunda moldura para os quadros. Um tapete Persa com desenhos do emblema real estende-se desde a porta as entradas principais do corredor. Subimos as escadarias e fomos a sala de reuniões onde seria o almoço, desde a 2º guerra quando a cozinha real foi destruída que as refeições e reuniões são realizadas nesta sala.
Ao entramos na sala vi minha mãe conversando com Frederick e escutei algo que me deixara bastante confuso, minha mãe relatara que meu irmão estava bem e que ia para Yale, cursar ciências forense. Quando cheguei mais perto desconversaram e pediram licença. Fiquei encucado durante todo a tarde.
No fim da tarde fomos ao jardim tomar chá, quando aparece pelo campo o dois Oficiais .
- Senhor Jack se encontra? Me levanto e vou em direção aos dois.
- Sim o que desejam?
- As ordes do quartel chegaram deves partir o mais breve possivel ou perderas o navio .Voltei para a mesa e contei a nova para todos Lisa me olhou com lagrimas nos olhos, nos abraçamos e choramos juntos. A beijei fui com os oficiais até o hotel pegar minhas coisas para partir.
Quando chegamos ao porto Renam e os outros já haviam subido no porta aviões ElizaII, o porta aviões tem uma altura de um prédio de 15 andares, comporta 45 naves e 15 helicópteros tipo tanques, possui nas laterais 6 canhões Ruffes .90. Subi ao convés e minutos depois partimos rumo ao inesperado.

Preparativos de Guerra

Oi gente,
Hj lhes contarei um pouco do que aconteceu comigo na guerra do golfo. Como antes citado com apenas 16 anos fui chamado no quartel sob comenda de guerra.

Ao chegar no quartel vi todos os meus 'amigos' de pelotão alinhados e com mochilas prontas. Corri até a fila me prostrei diante do Tenente Jonh em continência.
- Jack se apresentando senhor!!!!!!!!!!
- Entre na fila filho as ordens chegarão em breve.
- Sim senhor!!!
Entrei na fila e vi que o Major tinha saído da sala de reuniões com um papel.
- Senhores!!! Todos bateram continência,
- A lista dos convocados para o golfo será posta no quadro de avisos, aos convocados terão 48 h para se despedir de seus familiares.
- Superior saindo sentido!!!!!
Todos bateram continência.
- Dispensados!!!!!!
- Renan desde quando o quartel esta neste aloroço?
- Desde sua folga, ocorreram muitas baixas lá e tiveram que realizar novas convocações, incluindo os recém formados.
- Mais nem terminamos o curso de engenharia ainda.
- Disseram que teríamos aulas lá.
- Ok, vou ao dormitório fazer as malas.
- Boa sorte Jack.
- Para vc tb.
Dirigindo-me aos dormitórios passei perto do porto e vi um porta aviões ancorado, dois encouraçados e quatro destróies nifgam, a coisa realmente estava feia por lá. Muitos soldados passando, treinando e fazendo os últimos ajustes antes de partir. No caminho só vinha na minha mente o rosto de Lisa e ao fundo musicas do Green Day. Entrei no quarto vi pela janela os dois corvos da Irlanda. Será que me seguiram até aqui?
Algo nos olhos deles me era familiar, desde que ganhara o anel meu corpo ficara mais quente, tive sonhos estranhos desde então. Os sonhos mostravam um homem de barba branca e cabelos longos tb brancos, ele tinha um tapa olho tipo pirata. Ele criara o mundo e dera vida aos homens a partir da seiva de uma grande árvore que sustenta o mundo. Ele corria pelas florestas com dois lobos enormes quase que do tamanho de um elefante. Quando ele olhava para mim me parecia familiar e tinha um ar calmo e serene me deixava mais tranqüilo.
Adentro no alojamento e tem uma multidão no quadro de avisos. A confusão era grande, porém as noticias eram mais ou menos boas.
- Jack, estamos dentro, estamos dentro, ahhhhhhhh!!!!!!!!
- Como assim Carter?
- Conseguimos!!! Estamos dentro, fomos convocados.
A noticia cairá como uma bomba nuclear no meu peito estava dividido pelo amor e o dever. Como explicaria tal situação para Lisa e o nosso noivado, mais a honraria de uma guerra, se voltar vivo, medalhas e ascensão de posto no quartel. Um turbilhão de pensamentos veio a minha mente e o mundo começou a girar como se estivesse alcoolizado.
Sentei-me na cama e fiz uma oração em silêncio. Eu cresci como católico romano fui balizado e crismado, minha madrinha nas duas ocasiões foi Tia Elizabeth II. Pela historia de minha família eu seria o 18º a sucessão do trono inglês, não é tão mal já que um dia terei que assumir o cargo de minha mãe no parlamento e o posto de Duque de Hever. Cargos da nobreza não me agradam mais na hierarquia militar sim.
Fui ao armário peguei todos os meus pertences botei numa mochila e me dirigi ao carro. Liguei-o e fiquei escutando o ronco do motor, engatei a ré quase bati num caminhão que acabara de entrar. Uma baita buzinada me fez parar.
- Estais louco, moleque!!!!!!
- Desculpe senhor!
Ainda eufórico fui ao parlamento falar com minha mãe. Ao chegar ao estacionamento me identifiquei e estacionei o carro na vaga dos Lancaster's. O prédio do parlamento possui 18 andares, 10 acima do rio Tamisa e 8 abaixo dele. Os andares inferiores são chamados de calabouço, onde o governo faz a maioria das reuniões secretas e se localiza os cinco elos. A imponência do prédio mostra o poder de tempos passados do império britânico e sua união com os reinos da Irlanda do norte e escócia. O prédio fora construído como um castelo, contem sete torres onde uma delas é a mais imponente a torre do Big Ban sino que marca a fundação da cidade de Londres. Andei o mais rápido que pude pelos corredores suntuosos, as janelas do corredor lateral tem em media 3,0m a 4,0m de altura por 2,5m de largura em forma de abóboda com cristais ilustrando a vida do grande império inglês. Bati na porta.
- Entre!
A sala de minha mãe é enorme dava muito bem para ter sala e ante sala, dois janelas para o rio e um lustre de cristal do século 16. Nas paredes os retratos em pintura dos Lancaster’s desde o século 12.
- Oi mãe, bênção!Andei até ela e lhe dei um abraço forte e um beijo carinhoso em sua mão.
- Fui convocado, devo sair no porta aviões em 48h.
- Isto deve ser coisa de seu pai. Ela falou com um tom de raiva e carinho.
- Ele falou que o deixaria se desenvolver sem interferências que vc iria ter uma vida normal!!!
- Vida normal? Do que a senhora esta falando?
- Nada, é que ele me tira do serio. Filho e Lisa vc falou que iria pedi-la em casamento?
- Sim, a pedi. Espero que ela entenda e me espere até eu voltar.
- Filho. Ela pegou minha mão e com um olhar triste me abraçou.
- Espero que seu pai cumpra o que me prometera.
- O que ele lhe prometeu, qual o segredo sobre ele?
Ela puxou o ar caio uma lagrima de seus olhos.
- Como vc cresceu rápido um dia era um garotinho e hj já é um homem indo defender o mundo.
Ela abriu um sorriso e ficou me olhando. Acariciou minha mão e se levantou. Pegou uns papeis na mesa e ligou para um bufe organizando para hj ainda uma festa de noivado.
- Obrigado mãe!!!!!!!!!
- Vou falar com Lisa, deseje-me sorte TE AMO!!!!
Sai da sala dela correndo rumo ao meu grade amor.

Ferias!!!!

Oi, sou eu novamente.

Hoje vou relatar parte de minha adolescência. Quando eu tinha 16 anos, fui para o chalé de inverno dos Ratison nas colinas da Irlanda. Eu acabara de sair do internato na base naval de Britch, ao norte da Bretanha. No caminho para o chalé peguei Lisa e Tom que estavam em Leeds na casa da tia Anitha Bondergast, ela era uma mulher charmosa e tinha um vicio com gatos o que deixava sua casa com um cheiro terrível.

No caminho para o Aeroporto notei que algo me espreitava sobre os prédios, mais não sabia o que. O vulto tinha um tom cinza claro com raios azuis, mais é claro que na época achei que era coisa da minha imaginação. A canábis que consumira um dia antes devia estar estragada.

Lisa passou o caminho inteiro me interrogando, como o Tenente Rans fazia quando aprontávamos algumas no quartel. Nestes últimos meses passei dos limites na base, coloquei bombinhas nas privadas dos superiores, a 'bandeira' foi ateada com calcinhas das filhas do Major Coronel e a maior de todas, fui pego dando uns 'tapinhas' na sala do Tenente. Por esta ultima peguei uma semana de detenção mais afazeres nos banheiros e na cozinha.

- Fiquei sabendo que as filhas do Major são muito bonitas!!!!
- Sério sabe que nem reparei - abri um sorriso sarcástico,suspirei fundo - Lisa vc quer namorar comigo?
Tom abriu um sorriso no rosto de criança que pega o irmão com uma prima aos arredores da casa.
- Taaa naamorrranndo.....
- Herrrrr, vc me pegou desprevenida, eeuu.
O eu dela durou uma eternidade suas bochechas ficaram rosadas,
-Sim,sim...

Pulou em meu colo, me enchendo de beijos, quase perdi a direcção do Rolls-Royce que meu pai deixara de presente para minha mãe.Ela abraçou-se em meu braço e passou o resto da viagem calada suspirando fundo. Olhando para o retrovisor vi Tom batendo palmas e susurrando cantigas infantis de namorados.
Quando chegamos no aeroporto vi mais uma vez o vulto, me afastei deles correndo em direcção de um canteiro de obras.

- Jack!, gritou Lisa assustada com minha reação.
- Oi é que eu vi algo, tudo bem deixa para lá, vamos ter a maior ferias de nossas vidas, uuuuuhooooooooo.Voltei a me dirigir em direção ao carro.
-Tom pegue sua mala e bote no carrinho. Lisa tinha um carinho muito grande com o irmão. Mesmo com a deficiência ele o tratara como igual, pois havia algo que Tom não sabia ainda e muito menos eu na época.
Juntamos tudo e partimos para o saguão do aeroporto,durante o percurso Lisa quis mostrar para todos que estávamos juntos.Perto do balcão de embarque encontramos os irmãos Wessex, Caio e Thiago, estavam ambos acompanhados de suas respectivas namoradas (se não por dizer cachorrinhas de NY). Thalia e Amanda são a representação na nata Americana um sonho que deu certo, pelo menos para os pais delas.
- Jack de namorada nova ou a velha escoria resolveu botar as garras e ludibriar a corte inglesa. O ar arrogante de Caio me fez estalar todos os dedos sem quase mexe-los. Lisa ficou bastante nervosa e me puxou para não partir a cara dele em dois.
- Vamos, vem Tom, temos que fazer o che...
- Caio,Caio,Caio (larguei do braço de Lisa e fui na direção dos Wessex com um sorriso irônico no rosto) vc sabe que eu e Lisa sempre fomos próximos e que os pai dela tornou-se recentemente Major, se não me engano o maior cargo que seu pai chegou a ocupar foi de servo do GENERAL WINDSOR. Meu urro fez parar boa parte das pessoas que passavam perto do Guiché 11. Caio se inflamou e partiu para cima de mim como um podoll desamparado. No fervor da contenda peguei um pouco de maconha que sobrará da noite em que fiquei chapado na sala do Tenente e coloquei em seu bolso.
Guardas vieram nos separar nos colocaram no chão comas mãos nas costas,os Wessex bradavam perguntando ao policial se ele sabia quem eles eram para ser tratados daquele jeito. O guarda encontrou o meu presente em seu bolso e os levaram para uma sala especial.
- Desculpe-nos senhor vc esta liberado, mais nada de arruaça, vá Sr. Lancaster. Meu sobrenome sempre abrira portas com a policia devido ao meu avo ter sido delegado da Scotlandard.
Enquanto me afastava da confusão, batendo em minha roupa para retirar a sujeira wessex, Lisa se aproximou com Tom.
- Vcc essstaa bemmm?
-Sim Tom, obrigado. Segurei na cintura de Lisa e embarcamos no avião.
Lisa sentou a minha esquerda e Tom na direita no corredor. Trocamos acanhadas caricias. O avião que estávamos era o mais novo modelo AerFrance, um concorde com uma primeira classe de dar inveja a qualquer cruzeiro marítimo. A aeromoça explicara o que fazer em caso de emergência, no fim de tudo fui anunciado como convidado especial do voo e que podia ir a cabine do piloto. Achei muito estranho tal convite sempre pegara voos e nunca fui uma celebridade ou alo do tipo.
A aeronave começou a fazer seu taxiamento na pista o alerta de ficar com os cintos apertados estava do vermelho. O chão treme e começamos a nos mover lentamente. Nesta ocasião Lisa aperta bem forte minha mão, Tom um pouco mais assustado quase quebrou minha mão, ele possuirá uma força incrível.
Quando o sinal verde apareceu no painel perto do corredor para soltar os cintos, eles soltaram minha mão e curtimos uma Londres minúscula cheia de 'formigas'. Rimos do que víamos e de como Tom os descrevera.
- Atenção senhoras e senhores daremos inicio ao nosso Brefast de bordo, a todos uma otima viagem.
- Lisa vou ao banheiro e irei ao salão bar.
- Certo!! estarei lá em questão de minutos.
- Onnde é o bbanheiro Jacck.
- Venha comigo Tom, chau, a beijei como se não houvera amanhã.
No caminho para o bar encontrei um Tenente da Aeronáutica, um homem alto 1,90m mais ou menos, cabelos loiros, olhos azuis com veias em cor trovão, ao olhar mais atento veria que o amarelo trovão se irradiava em sua íris. Ao lado do pé dele se encontrava uma maleta prateada e ele segurava um envelope escrito 'TOP SECRET', no maior estilo Bond. Pedi um drinque.
- Moça não se esqueça que deve ser sem álcool para o rapaz. Falou o tenente.
- Já tenho idade para beber. Retruquei-o rapidamente. - Cabo Jack Lancaster, Tenente...
- Tenente Tostão, copiloto para ser mais exato, gostando do vôo?
- Sim, o piloto deixou eu ir para a cabine dele vou aproveitar a ocasião.
- Sr. Lancaster vim neste vôo especialmente lhe ver sou o copiloto do vôo e pedi para dizerem isto, pois tenho noticias do fronte para o Sr.
Quando o Tenente T. acabou de dizer isto, as minhas pernas ficaram bambas, este era o código da escola para missões oficiais externas uma honraria para um mero novato.
Assenti com a cabeça dizendo que entendera o recado. Ele me entregou um envelope e a pasta.
- O envelope explicará tudo, a pasta é tudo que vc precisará. Terras 24 horas a partir de agora (14h 30min) para completa-lá. Lhe encontrarei no Cabo Ifmmor. Boa sorte.
- Obrigado, bebi uma Coke meio a 'seco'.
Apertei a mão dele e fui ao toalhete do banheiro ler o que me aguardara. No envelope tinha instruções para libertar um grupo de prisioneiros numa colina perto do Chalé que estávamos a ir. Eu possuía o mapa esquemático do local e o numero exato de prisioneiros. Na maleta tinha uma faca e uma 9 mm. Guardei tudo e sai, vi Lisa e Tom comendo e bebendo no bar, acenei para eles e fui até a minha poltrona colocar a mala no bagageiro. Voltei ao bar e conversamos até o sinal de colocar os cintos foi acionado.
- Estamos chegando, coloquem os cintos pousaremos em 5 minutos.
O cantar das horas passou a ser marcante na minha mente. Pousamos, pegamos nossas malas e partimos em direção ao Chalé. A viagem levaria em torno de 2 horas, pisei fundo.
- Jack algum problema??
- O que foi não estas gostando da vista?
- Vccc taa innddo rápido demaissss.
- Tom Lisa, tenho que confessar... Fiquei vermelho engoli a seco. - Estou com uma baita dor de barriga tenho que ir ao banheiro com urgência.
Ambos caíram na risada, os risos deles os relaxaram enquanto eu pisava fundo na aubus.Chegamos num cruzamento, a esquerda tinha um posto com uma loja de conveniência, paramos, olhei as horas já era 18h. Entrei no banheiro para disfarçar, Lisa e Tom entraram na lojinha. Depois de uns 5 minutos entrei na loja, peguei um filme de 36 poses e paguei com o cartão pus-master que me mãe me dera para viagem. Tanque cheio e as crianças com guloseimas era hora de focar na missão.
Quando chegamos no Chalé, comecei a observar ao entorno dele, na ala esquerda havia um jardim que no fim dava a uma pequena floresta que subira ao pé de uma colina, a direita tinha uma estrada de barro batido que dava num Alpes onde os Turistas iam esquiar e aproveitar as termas, um ótimo local para podermos namorar, porém seria difícil coma a missão e Tom a tira colo. Eu gosto muito dele mais é uma vela e tanto as vezes me pergunto o pq dele sempre estar ao nosso lado.
Caira a noite, nesta época do ano a noite inicia-se entre as 21 e 22h, namoramos um pouco as horas não passara tão rápido desde que fiquei com uma das filhas do Major no quartel. Me despedi de Lisa e fui em direção ao quarto não tinha muito tempo, peguei os mapas, a maleta e minha câmera fotográfica que minha mãe me dera no natal passado tinha um zumm profissional, esperava que me ajudasse em algo. Tom já estava dormindo desde que chegamos, estava muito cansado de comer doces acho. Abri de leve a janela a luz da lua adentrou no quarto e pegou o pé de Tom, nunca tinha visto um pé tão grande e barrento parecia o pé descrito de um troll montanhês nos livros de J.R.R. Tolkien, os li neste ultimo semestre na cadeira de literatura excelentes livros. Estávamos no Terceiro andar teria que pular pela canaleta de chuva. Me apoiei nos frisos e saltei para um beiral a baixo, na queda fiquei pendurado por uma única mão na varanda do segundo andar onde tinha um casal 'esquentando a cama'. Desta altura dava para saltar, cai em uns arbustos e fui em direção a floresta no inicio do caminho vi dois olhos vermelhos me encarando, um vulto passa rapidamente nas minhas costas. Novamente o arrepio na espinha me consome. Um uivo estridente vindo dos Alpes me acalmaram não sei o pq.
Adentrei na floresta e subi a colina a cada três árvores dava um zuumm na câmera tentando ver mais a frente a única coisa que dava para ver era sombras de anões subindo o morro os segui de longe quando vi uma clareira com uma fogueira no meio e luzes adentrando numa caverna. Dei um zzumm com a câmera e vi que os anões (que mais pareciam duendes) eram mineiros e estavam sendo chicoteados por um cara alto e estupidamente forte. Os anões quando apanhavam diziam:
- Sim senhor Hermann.
Ao lado esquerdo de Hermann havia um caixote com armas dentro, mais não eram armas quaisquer eram em ouro, bronze e prata com adornos vickins. Abri a maleta peguei a 9 mm e coloquei o cinto com o suporte para a faca e a arma.Olhei o mapa me certificando que era ali o local vi a latitude e longitude, graças aos Deuses que nas aulas que tive de observação astronômica, aprendi a tirar as coordenadas das estrelas, tive sorte do céu esta bem estrelado e limpo esta noite. Este era o local e os pobres prisioneiros eram os anões, coisa rara de se ver hj em dia era anões em grupos grandes.Mais este anões eram estranhos o tom de sua pele era acinzentada.
Com a arma em punho desci a colina e sempre observando o Hermann, quando a luz da lua o tocara ele mudou de forma ficou com 7,5 m de altura e uns 3,5m de largura sua pele virara pedra e o seu chicote estava em brasas. Cocei os olhos não acreditava no que via era um Golem de pedra como nos livros, a primeira vista, com certeza isto era coisa da turma de engenharia do quartel ficara muito bom, difícil seria derrubar o robô e salvar os anões sem machuca-los no caminho. No alto da colina do outro lado os olhos vermelhos me encaravam. Ao meu lado apareceu uma matilha de lobos prontas para atacar o robô. Um dos lobos olhou para mim como se me conhecesse desde criança, ele era muito maior que os outros lobos parecia que tinha sido cruzado com um dog alemão ou algo maior. Ele assentiu um sinal como se estivesse pronto para atacar. Na minha direita dois corvos pousaram nas árvores graniram e observaram o que ia acontecer. Os corvos pareciam que estavam a esperar por uma briga e muita carne para comerem.
Não sei como mais fiz sinal para um dos lobos eles começaram o ataque distraindo o robô para longe dos anões. Os lobos pularam nas costas do robô e travaram uma batalha de pula derruba e pula e derruba. Um deles mordeu o braço com o chicote de fogo e quando o chicote bateu em um deles causou uma ferida muito feia. Um uivo saio do alto da colina observando direito vi que era um LOBO muito robusto com pelo negro e saia fogo de sua boca, tão descrição me fez lembrar da historia do fenrir que matara Odin. Após o uivo 6 lobos negros com olhos em chamas partiram para ajudar o golem. Enquanto isto eu gritava:
- Venham por aqui.
Enquanto os anões desciam o morro me pus a frente deles para protege-los do robô.Como os lobos ficaram atarefados ele veio em minha direção com tudo, os poucos lobos que ainda o atacava não deram conta foram todos arremessados aos ares.
O seu primeiro golpe com o chicote pegou na minha perna era fogo de verdade, o corte parecia que ia dilacerar minha perna, gritei um urro de dor. Com um puxão ele me jogou na parede e cai a uns 6m dele. Ainda meio atordoado e com a arma no meio do caminho, o vi chicotear meu dorso no terceiro golpe pulei o chicote e em diração a arma. Quando a peguei fiz mira e descarreguei o pente no peito do Robô ele deu seis passos para traz e começou a cair. Um dos lobos pulou o robô e ficou a rosnar para mim. Soltei o pente e peguei o segundo ele já havia saltado pronto para pegar minha jugular engatilhei e atirei a bala pegou bem na cabeça dele, mais não evitou o impacto que nos jogou uns 2m para traz. Nisto vi que uma anão estava nas costas dele e seria esmagado, a contagem na missão era exata não podia ter perdas, apesar do fogo ter queimado minhas pernas parecia que não haverá sofrido nenhum dano muito serio, corri como um louco saltei entre as pernas do robô e peguei o anão ainda a tempo. O empurrei para fora e parte do robô caio em cima de mim e se desfez em uma névoa estranha os anões gritavam e comemoravam. Quando os ânimos se acalmaram eles me deram uma caixa de dinamites esverdeadas pareciam mais radioativas e as colocamos junto das outras caixas no buraco e as explodimos. Neste ato só pensara em como tanto ouro fora desviado para esta construção snobe.
- O sábio herói como se chamas?
- Eu herói que nada, pode sair gente, completei a missão com louvor, vamos lá Tenente pode sair.
No topo da montanha um Lobo Infernal me olhava ele tinha olhos vermelhos sangue, Ele soltou um uivo infernal e sumiu como aparecera.
- Senhor não ligue,fez uma cara de desdenho, era uma cria de Loki e Hel, tctctctck, vosso pai terá muito orgulho de ti.
- Vc conhece o Almirante?
Os anões me olharam com um ar de desanimo e desaprovação.
- O senhor não sabe quem é seu pai?
- Os corvos graniram alto que doeu meu ouvido.
Os anões se silenciaram como se eles o tivessem dado uma ordem. Um dos anões chegou perto e tirou de uma mochila 3 livros e um numero de telefone.
- O que vc precisar meu filho podes pedir seremos eternamente gratos e Volund tb.
- Quem?? - Terei que leva-los ao Tenente numa praia próxima daqui tudo bem?
Eles não entenderam direito, mais me seguiram. No caminho percebi que os lobos tinham ido embora, fiquei triste por não poder ajudar o que se ferira. Um dos anões o mais alto 1,05m eu acho, me perguntou qual minha idade e se vira meu pai com freqüência,
- Não o Almirante deixou minha mãe quando eu era bebê diz ela que ele ainda esperou eu completar 1 ano e partiu.
- Não se preocupe meu jovem vc o vera o mais cedo do que imagina.
Olhei o céu já era manhã, o sol estava alto, devido as noites serem muito longas no inverno irlandês presumi que já deviam ser umas 9 ou 10h.
- Chegamos tem uma praia logo ali, vamos!!!!
Corremos em direção a pria e meio que acampamos por 1 ou 2 horas.
- Filho pegue. Ele havia aberto uma mochila e tirado três livros os, eles estavam escrito em uma língua que nunca vira antes algo muito parecido com o elfico dos livros de Tocken.
- Obrigado! Qual a língua dos livros?
- Se chama Navidar a fala dos Deuses vc a entendera logo.
Os corvos reapareceram num galho e graniram todos pareciam entender os corvos. Ao fundo apareceu um helicoptero com os símbolos da marinha. Pulou para o chão com uma corda um Tenente T. com uma caixa embrulhada para presente. Andou em nossa direção, bati continência,
- Missão cumprida Sr.
- Eis o premio da missão cabo!!!
Os anões abriram um sorriso e andaram em direção a aeronave, peguei a caixa , segurei-a com força e bati continência me despedindo. Com um olhar mais atento pareceu que o Tenente T. saltara para o helicóptero em pleno ar com um martelo na mão. Acenaram dando adeus e partiram.
Segui em direção ao chale não estava cansado e queria me divertir um pouco agora.
Quando saio da mata vi Lisa tomando banho nas termas com um biquine, é hj que saio do zero a zero .
- Oi Lisa, Tom
- Onde vc estava?
- Fui correr um pouco e chegou uma caixa do quartel para mim vou trocar de roupa e desso.
A beijei e fui para o quarto. Ao chegar no quarto abri o presente, dentro tinha um cartão e um anel, o anel é em ouro com adornos em preta e uma pedra meio azul e meio vermelha com escritas rúnicas dentro dele. Na carta tinha:

Filho, parabéns pela sua
primeira missão
o anel que estou a lhe enviar
foi da minha formatura na marinha
espero que o use-o a partir de agora
Abraços
Almirante O.
Quando acabei de ler a carta estava chorando, coloquei o anel do dedo e algo estranho aconteceu eu fiquei tonto meu corpo fervia, o som tinha novos ruídos ou algo do tipo
fiquei desnorteado. Neste momento adentrou no quarto pela janela um corvo ele olhou para mim e disse:
- Seja bem vindo!!
Achei que tava ficando doido e desmaiei. Quando acordei vi Lisa preparando um chá e trazendo-o até a cama.
- O que foi que aconteceu?
- Vc teve uma queda de pressão, vai ficar bom logo.
Tom estava na outra cama e falou baixinho, - Vcccc teve muita sorte, tome mais cuidado.
Achei estranho Tom sempre gaguejava para falar. Olhei para bela Lisa e nos beijamos.
O resto do fim de semana foi muito bom , namoramos muito curtimos as termas e andamos de esqui. No vôo para Londres fui chamado a cabine do piloto e o Major pediu para me dirigir o mais breve possível para o quartel. Voltei ao acento e convercei com Lisa explicando que não poderíamos passar a semana juntos como combinavamos, tinha que ir ao quartel, ele ficou desapontada mais aceitou.Quando chegamos em Londres peguei o carro de mamãe e fui a Rua Brompton Road, comprar uma aliança para Lisa queria pedi-la em noivado o mais rápido possivel já que poderia ir a guerra . Ela escolheu um anel de brilhantes lindos que exaltava ainda mais sua beleza. A deixei em casa.
- Estarei lhe esperando
- Não vejo a hora de lhe ter como esposa.
- TE AMO!!!, fiquei gélido, minha cara ficou rosada coração disparou.
- TB TE AMO, e nos beijamos, se soubesse que eu iria passar três anos no Golfo eu teria caso antes com ela, mais o destino se mostrou cruel, já que para os filhos dos grandes DEUSES ichor maltrata mais.
- Xau
- Xau
Parti em direção ao quartel.

Fim do ato II
Agradecimentos : gostaria de agradecer a Angelo e Lucas pelo incentivo a continuar a escrever a história, estou preparando o ato III e vem mais explicações sobre Jack e seu destino fatal.

El Inicio

Esta é minha vida,
Sangue,mortes,lutas,mortes,mais lutas e mais mortes, já que o mundo mítico gosta de sacrificar a humanidade ao seu bel prazer temos que jogar conforme as regras.
Ultimamente estou a caça de um gigante chamado crid, mais já fui um humano normal.
Quem sou????????
Um mero acaso do destino por assim dizer, alguns me chamam de Jack, outros(as crias bastardas dos olimpianos) me apelidaram de wolverine,mais meu pai é até estranho chama-lo deste jeito, é Odin. Vc deve estar se perguntando:
Como assim um mito é seu pai????
É isto ai.Caso vc ache sua vida uma merda e gostaria de torna-lá mais divertida pense duas vezes ao proclamar isto. E se por um acaso vc se identificar com a história, tenho uma pessima notícia para vc, :(, eis um scion.

Tudo começou no ano de nosso senhor,kkkkkkkkkkkkkkkkkk,esta triste contenda começa no dia de São Patrício, quando ainda tinha meros 12 anos, minha mãe me levará a mais um passeio dominical com a tia Gertrudes nos jardins de Bockingham, pois é minha mãe Sra. Anabhet II é Duquesa e tem uma cadeira no parlamento Inglês, desde de sempre fui educado sobre os caprichos da nobreza. Nunca fui snobe sempre gostei de um agito de aventuras, por isto minha mãe enlouquecia quando eu entrava numa nova arte marcial, aulas de esqui, cart, equitação, sem falar que neste ano eu me escrevera no campeonato nacional de montanhismo e nos jogos escoceses, para ela isto era....Mais voltando a vida tornou se mais interessante naquela tarde.

Meus primos Jorge e Tcharcher estavam praticando tiro ao alvo quando a brincadeira saio do controle e foi a primeira vez que o vi. Achava que era fruto da minha imaginação mais não, meu primo atirou em mim eu estava numa árvore próximo a eles quando um LOBO enorme me tirou da direcção da bala e eu cai da árvore acordei no outro dia no hospital Naval, minha mãe falara que meu pai era um Almirante de grande prestigio e que mais cedo ou mais tarde teria que me alistar para agrada-lo, até o momento ela nunca tinha falado dele para mim daquele jeito.

- Mãe quem realmente é o meu pai?
- Filho ele foi um homem que grande respeito, em toda Grã-Bretanha e ao norte da Europa, ela falou pela primeira vez dele com lágrimas nos olhos. Ela estava usando um lenço que tinha as iniciais deles dentro de um coração. Ela deu as costas e ainda soluçando,- Ele me amou filho por longos dois anos os mais felizes que tive. Ao abaixar as mãos as segurei e as apertei com força.
Sempre pesei que ele a tivesse deixado na rua da amargura a sociedade inglesa sempre me tratou como um bastardo, devido a minha mãe ter me criado sozinha, mais há deixara posição e status além de unir as fortunas dele com as dos meus avós os Lancaster's. Eu cresci em aos arredores de Chelsea em Hever Castle, este ano estava a estudar em Oxford já que no ano passado fui expulso de dois colégios internos parto de casa.
- Não se esqueça Jack sempre terras um lar em Chelsea, amanhã voltaras ao colégio, volto a lhe ver nas ferias de verão.

Os meses se passaram rápido sem muita agitação no ultimo dia de aula tive que escapar para ir as eliminatorias no campeonato de montanhismo. Algo estranho estava acontecendo comigo desde o acidente teve momentos que cheguei a ver gigantes andando nas ruas mais quando coçava os olhos estava tudo normal o mais chato fui a eterna sensação de perseguição.

Quando cheguei em Linbirdy Lisa e Tom estavam numa agonia só, Lisa crescera comigo em Hever e Tom seu irmão e sempre atrapalhado.
- Jack, gritou Lisa com uma aceno para mim.- que demora onde estava?
- Perdi o Trem das 10h, como estamos? Oi Tom. Tom nasceu com problemas auditivos por isto não falava muito bem.
- ttttttuddddo b...em..... JaccK.
Dei um sorriso e fiz um cafunê nele.Lisa me abraçou e me deu um beijo de boa sorte
- tttá namoraaannndo...., booboa sorrtte Jaccck.
-Até mais gente. Corri para meu ponto o objectivo da prova era chegar o mais rápido no sino no alto do cume os 7 primeiros estariam classificados.
- Aos seus lugares preparar, BUUUUUUUUUMMMMMMMM!!!!

Saímos correndo como Loucos já haviam se classificado 4, uma destas vagas tinha que ser minha, já que no próximo ano estaria na escola para fuzileiros. Subi o mais rápido possível mais no meio quando olho para o lado vejo um Ogro puxando uma corda de aço que me faz perder o equilíbrio e por pouco não cai,ouvi gritos e suspiros lá de baixo.

- O Jeeeeeeeck, sua cria bastarda vais morrer hj em nome de vosso pai. Urrou o Ogro com uma baba asquerosa saindo de sua boca.Ele pega um porrete feito de madeira com um bronze reluzente nas pontas e começamos a nos engalfinhar no ar. O mais engraçado é que desta vez não ouvi nada a não ser gritos de incentivos para chegar no sino. O porrete passou muito perto mesmo de minha cabeça e arrebentou com uma pedra a deixando-a em pedacinhos. Quando do nada o mesmo lobo do jardins do feriado pula nas costas dele e ambos caem e se evaporam no ar. o sino toca e os vencedores a gloria e para mim a frustração de não ter chegado lá.

Quando desço corro em dirreção de Lisa e Tom,
- Vc's viram o Ogro ao meu lad...Lisa me dá um baila beijo na boca, todos batendo palmas ao meu redor.Não entendi nada até o chefe de prova vir me avisar que eu era um dos finalistas. Naquela época eu não sabia que a Névoa existia ou o que acontecera para mim só foi um dos muitos outros episódios que ocorreriam daqui em frente.