segunda-feira, 6 de junho de 2011

Voltando para Casa III

Vi-me andando por uma floresta de pinheiros altos como prédios, um cheiro de petúnias cobria o ar ao meu redor. A grama da mata e folhas caídas formam o piso, pássaros e esquilos passaram por minha cabeça. Ando pela mata como se soubesse o caminho que estava a percorrer. Noto pegadas pelo caminho, avisto uma cabana com uma horta na frente e um varal com varias roupas pendurado. Quando chego mais perto noto duas mulheres na casa, uma na horta e outra no varal. Tento me aproximar com cautela para não assustá-las, uma é loira de seios fartos com um vestido branco estilo medieval com um devote em v. A outra é morena com cabelos cor de mel, olhos verdes com raios amarelos, possui pernas bem torneadas que deixam seus dins super apertados, estava usando uma camisa listrada estilo baby-lock deixando sua barriga de fora. Seu sorriso e como amarara o cabelo antes de se agachar para colher as verduras me deixou encantado como se tivesse sido enfeitiçado. Não sentia mais meus pés tocar o chão enquanto me aproximava dela. Ela se vira e me ver olha tão profundamente em meus olhos que perece ler minha alma.

- Olá criança, esta perdida?

- Não só se for por vc. Qqquemm é vc, como se chamas?

- Sou Skuld, estas a buscar o futuro?

-Se for ao seu lado, simm.

-Isto sempre acontece, Verdandi, temos mais um perdido e apaixonado.

A loira que estava no varal vem em minha direção com um olhar maternal e aconchegante.

-Não o reconheces Su?

-Não Ve quem é?

-O futuro deveria se interessar mais por ele.

-Como assim Ve?

Uma mulher linda de cabelos brancos aparece na janela e abre um sorriso. Ela também tem seios fartos e uma olhar encantador e maternal.

- Entrem e tragam-no para dentro, há criaturas poderosas atrás dele, rápido.

Elas se apresam e me pegam pelos braços. A casa por fora era uma choupana mais por dentro parecia mais uma mansão com decorações de todas as épocas e períodos da historia. Na lareira da sala havia um caldeirão que estava a ferver uma comida muito cheirosa. Por trás da mesa de jantar tinha um tapete enorme que se estendia do chão até as estrelas. Na esquerda da lareira tinha uma porta que devia dar a um corredor. Em todas as janelas havia cortinas que representavam vários países Nórdicos. No tapete perto da lareira estava estampada a bandeira da Bretanha. Sentaram-me no sofá a Morena me encarou de forma tão penetrante que não resisti e a beijei. Enquanto nossos labios se tocavam me vi em batalhas em lugares estranhos e estremos, com as criaturas mais loucas que vi em minha vida até parecia que estava em um conto dos Argonaltas.

-É ele Ve e Ur. O seu destino é nobre porém seu fim será doloroso.

-Calada! Gritaram as outras duas ao mesmo tempo.

-O seu destino ainda pode ser mudado, ele não foi reivindicado. Falou a de cabelos brancos.

-Mais ele salvará o....

-Calada!

- Ele deve estar com fome. Venha minha criança. Diz a loira.

Fiquei tão empolgado com a recepção que achei que morrera estava no céu de algum Árabe. Fui tirando as roupas, até que...

-Calma filho, diz Su.

-É só o jantar sente e coma.

O que elas diziam eu obedecia. Se me mandassem pular do precipício pularia sem pestanejar. Quando terminei meu prato de sopa me levaram de volta a sofá e fizeram cafuné até adormecer.

Quando acordo já estou em Londres.

domingo, 5 de junho de 2011

Voltando para Casa II

...caio centado na cadeira em frente a sua mesa.
- Algo de erado?
- Não senhor. Fiquei tonto, deve ser por causa das noticias de Londres.
Ele estende a mão mais eu não o encaro. Noto que estas alucinações estão a ficar cada vez piores desde que coloquei o anel. Após me despidir do capitão retiro o anel e o coloco no bolso.
As ordens eram bem e tudo já fora providenciado para voltar a Londres. Fui para o Aeroporto que se localiza ao lado do porto em Ashdod. EM poucas horas estaria de volta a Londres ao lado de minha amada para encontrar meu filho.
Fico a imaginar o que minha família já tivera feito e como ainda não o encontraram. Como um parente real some de um hospital? Como a Scott And Yard(SAY) não tem pistas do caso?
Passo a metade do vôou congecturando as causas de tal evento e não me vem nada. Fico a imaginar as cenas no local como poderia ser. Nada me ocorrera como SAY podia ter tamanha incompetencia?
- Senhor alguma bebida? Não notara que o cerviço de bordo tivera iniciado. A aeromoça tinha um cabelo Loiro com mechas cor de canela, o seu perfume de jasmim inebriava o ambiente. Seu rosto possuia uma delicadeza que a fazia parecer uma boneca. Seu decote provocante acentuava ainda mais sua beleza.
- Sim por favor. Um scott sem gelo.
Enquanto ela preparava o drinck noto que a outra aeromoça se num era irmã gêmea desta, deviam ser da mesma família devido a tamanha semelhança.
- Aqui esta senhor.
- Obrigado.
- Tenha um bom vôou.
Depois de tomar umas doses adormeci. A cabei sonhando...

domingo, 29 de maio de 2011

Voltando para Casa

Passaram-se três dias até a minha alta do hospital Naval. Na saída um cabo veio em minha direção com uma carta na mão e muito serio.
- Soldado Jack. Em seguida ele bate continemcia.
Retribui a continemcia.
- Sim sou eu. Algum problema cabo?
- Não sei ao certo trago noticias da capital, mensagem envida pelo Almirante.
Fiquei nervoso ele me escrevendo.... Algo muito sério ocorrera em Londres.
- Deixe-me ver por favor...
Quando abro a carta eram noticias de casa nada animadoras Lisa tivera dado a luz, era um menino forte e grande como o pai, porém fora roubado no berçario, devido ao susto Lisa entrou em choque e esta catatonica desde o desparecimento. Noto a data da carta já se passará cinco meses desde o envio.
- Cabo preciso falar com o superior de plantão.
- Claro senhor, ele já esperava que queria ve-lo.
Ao sair do hospital Naval fomos em direção ao porto, andado pelas ruas desetas notei que estava em Israel, na cidade Ashdod. Ao fundo proximo a um muro que mais parecia o muro de Berlim, havia um Kibbutz enorme protegendo o que deveria ser uma fronteira. A cultura judaica é bem interesante e se pensar bem tanto Arabes e Judeus tem costumes bem proximos. A grande diferença em suas cidades é o investimento Americano o que torna as cidades Arabes menos tecnologicas. Descendo pela rua achad haam, chegamos ao porto, ao longe vejo o Tia Jaine, uma porta aviões imponente comparado aos demais navios presentes no porto. Ao lado do Tia Jaine estava o Destroier Americano Vulcano - na época não imagina o por que de tal nome - Marines estavam atreinar combate a incendio e outras manobras. O que me chamou a atenção foram os que estavam a carregar um caminhão, pois tinham trejeitos familiares e ao chegar mais perto psreciam ter pele verde e olhos penetrantes vermelhos. Centi o anel que os corvos me deram queimar, logo em seguida achei que ouvi eles falarem que mestre Krieger queria o caminhão cheio até a noite - achei que estava louco.
Subimos em direção as cabines e adentrei na cabine do capitão.
toc,toc,toc
- Pode entrar...
Adentro na sala e bato continência.
- Senhor preciso voltar urgnênte para Londres.
Mostro a carta a ele, o capitão a lê calmamente e vê quem a assina. Enquanto ele lê a carta passo a vista pela cabine e um ambiente pequeno com quadros nas paredes de grandes batalhas navais, nas prateleiras miniaturas de navios em garrafas, um porta retrato com uma foto de duas meninas e de um veleiro.
- O veleiro é do senhor?
- Humrum...
Ele se senta e pega um papel, escreve nele a ssina e carimba. Ele levanta a cabeça e me entraga a carta.
- Ai esta sua altorização para voltar a Londres. Pego a carta e a gardo no bolso.
O capitão se dirige a prateleira com um olhar saudoso e carrinhoso.
- Este é um veleiro ao qual me orgulho muito. Quando ele diz isto presto atenção ao inves de ter gaivotas na foto tem dois corvos. Dou três passos para trás e sinto novamente o anel queimar.
Volto a olhar para o capitão e vejo sair fogo de seus olhos e...